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Fala galera , hoje estou trazendo pra vcs um server muito bom de RPG !!!
bom vou falar um pouco do server
sv conta com sistema de orgs com lideres sublideres entre outros.
os valores são proximos a realidade (otimo por se tratar de um rpg).
Quando você cria a conta ganha 5k mais 3 lvl.
Bônus toda payday.
Server sem bagunça e organizado.
Adms e helpers sempre te ajudando (otimo pro começo me ajudaram d+)
Sistemas de emprestimo no banco.
Varios tipos de org.
Sv com 80 slots.
Otimo ping.
E muito mais !!!
Crie sua conta !!!
IP:50.115.165.19:9999
Entre la que eu vou estar jogando hehehe
Nick: Vinicius_Mariano
Desde quando foi anunciado, o Inovar-Auto, Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores do Governo Federal em vigor desde 1º de janeiro, foi visto como uma forma de trazer ao Brasil investimentos e promover a entreda de novas empresas no mercado nacional.
Com uma fábrica em construção em Ponta Grossa, a DAF Caminhões Brasil começa a ver os primeiros resultados de seu investimento de R$ 400 milhões em sua primeira planta brasileira. A empresa comunicou nesta quinta-feira (14) que conseguiu sua habilitação para o programa. A unidade paranaense da fabricante possui estimativa de produção de 10 mil caminhões pesados dos modelos XF, CF e LF ao ano.
A habilitação provisória como investidora permite à DAF importar por mês 208 caminhões iguais aos que serão produzidos no Paraná sem pagar os 30 pontos extras de IPI. O benefício é limitado ao volume de 50% da capacidade produtiva anual, sendo 25% com crédito imediato e os outros 25% após o início da fabricação e comercialização dos caminhões DAF em Ponta Grossa. A informação está registrada em portaria publicada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) no Diário Oficial da União, em 8 de março.
Ford introduziu este ano a opção de freio ABS para toda a linha de caminhões Cargo. O sistema antitravamento (do inglês Anti-lock Braking System) garante o controle do veículo durante frenagens de emergência ou caso uma das rodas escorregue ao passar por uma superfície de baixo atrito, como ruas de paralelepípedo ou com manchas de óleo, aumentando a segurança.
“A grande vantagem do ABS é permitir que o motorista freie e desvie o veículo ao mesmo tempo. É um recurso importante, que pode reduzir a quantidade de acidentes e aumentar significativamente a segurança dos ocupantes, ainda mais num país como o Brasil, com regiões de grande volume de chuvas”, explica Silvia Iombriller, supervisora de Freios da Ford e coordenadora do Comitê de Freios da ABNT, que está revisando a norma para caminhões, carros, ônibus e carretas.
Segundo ela, nos mercados mais avançados o ABS já é item obrigatório nos caminhões há cerca de 20 anos, mas no Brasil ainda existem alguns mitos em torno do sistema, por falta de conhecimento. Entre eles estão a falsa ideia de que o ABS tem uma eletrônica complexa, exige manutenção frequente ou pode comprometer a eficiência do freio caso haja alguma falha.
“Na verdade, o ABS tem um funcionamento relativamente simples, não requer manutenção preventiva e é muito seguro. E tem outra vantagem que os frotistas vão gostar: economiza os pneus, reduzindo o desgaste irregular por travamentos”, diz a especialista. “O investimento feito no equipamento é plenamente justificado, principalmente tratando-se de veículos pesados, em que os acidentes envolvem um potencial grande de danos. Sem dúvida, é um grande avanço para o nosso mercado.”
Funcionalidade
A Ford desenvolveu e testou o sistema de freio ABS para toda a linha Cargo, que é composta dos modelos leves, médios e pesados e com tração 4×2, 6×2 e 6×4. O processo envolveu simulações virtuais, testes de bancada e testes de rodagem simulando as diferentes aplicações dos veículos, no Campo de Provas de Tatuí, em São Paulo, o único do gênero na América do Sul com estrutura para o desenvolvimento de caminhões. Houve também testes realizados na Europa.
O sistema ABS é formado basicamente por uma central eletrônica, sensores de roda e válvulas moduladoras. Os sensores fazem a leitura individual da velocidade de cada roda e, usando como parâmetro uma roda dentada, informam à central eletrônica se uma das rodas travar. O sistema então aciona as válvulas moduladoras, que controlam a pressão das câmaras de freio para evitar o travamento, de forma pulsante.
O sistema não requer manutenção preventiva e, caso haja qualquer falha, uma luz se acende no painel alertando o motorista para que seja feita a correção. No entanto, isso não traz nenhuma interferência no funcionamento do sistema convencional de freios de serviço.
Passada a movimentação do GP Petrobras, que abriu a temporada de 2013 no último domingo (10) com vitória de Wellington Cirino em Viamão (RS), a Fórmula Truck já volta suas atenções ao próximo evento, que vai marcar seu retorno ao Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Londrina. A corrida será disputada no dia 7 de abril, pondo em disputa o GP Crystal e contando pontos pela segunda etapa do Campeonato Brasileiro.
As quatro últimas edições da etapa londrinense conduziram os pilotos vencedores ao título brasileiro da F-Truck. Foi assim em 2008, com Cirino, em 2009 e 2011, com Felipe Giaffone, e em 2010, com Roberval Andrade. Cirino já havia vencido em Londrina em 2003, ano em que obteve seu segundo título. O recordista de vitórias na pista paranaense é Renato Martins, primeiro colocado nas edições 1998, 2000, 2001 e 2002.
A corrida será a 15ª da categoria no traçado paranaense, que na última década teve sua extensão original reduzida para 3.055 metros, com atenuação de sua segunda curva, um cotovelo lento contornado à esquerda logo após a veloz curva do Estádio. É o terceiro traçado mais curto do calendário da Truck – as menores extensões são as do anel externo de Brasília, com 2.919 metros, e de Tarumã, em Viamão, onde a pista tem 3.016 metros.
As quatro últimas edições da etapa londrinense conduziram os pilotos vencedores ao título brasileiro da F-Truck. Foi assim em 2008, com Cirino, em 2009 e 2011, com Felipe Giaffone, e em 2010, com Roberval Andrade. Cirino já havia vencido em Londrina em 2003, ano em que obteve seu segundo título. O recordista de vitórias na pista paranaense é Renato Martins, primeiro colocado nas edições 1998, 2000, 2001 e 2002.
Oito pilotos já venceram corridas da F-Truck em Londrina. Martins lidera o ranking com quatro primeiros lugares. Cirino, Andrade e Giaffone venceram duas edições, cada. Sérgio Drugovich, Osvaldo Drugovich Júnior, Tiago Grison e Jonatas Borlenghi, que não competem mais na categoria, também ganharam corridas. O recorde de poles também é de Martins, com três. Sérgio Drugovich, Beto Monteiro e Felipe Giaffone somam duas, cada.
GP DE LONDRINA – HISTÓRICO DE POLES E VITÓRIAS
16 de junho de 1996
Pole: Wagner França (Scania); vitória: Sérgio Drugovich (Scania)
Pole: Wagner França (Scania); vitória: Sérgio Drugovich (Scania)
15 de junho de 1997
Pole: Sérgio Drugovich (Scania); vitória: Osvaldo Drugovich (Scania)
Pole: Sérgio Drugovich (Scania); vitória: Osvaldo Drugovich (Scania)
23 de agosto de 1998
Pole: Renato Martins (Scania); vitória: Renato Martins (Scania)
Pole: Renato Martins (Scania); vitória: Renato Martins (Scania)
23 de agosto de 1999
Pole: Renato Martins (Scania) e Sérgio Drugovich (Scania); vitória: Tiago Grison (Volvo)
Pole: Renato Martins (Scania) e Sérgio Drugovich (Scania); vitória: Tiago Grison (Volvo)
20 de agosto 2000
Pole: Renato Martins (Scania); Vitória: Renato Martins (Scania)
Pole: Renato Martins (Scania); Vitória: Renato Martins (Scania)
8 de julho de 2001
Pole: Djalma Fogaça (Ford); vitória: Renato Martins (Volkswagen)
Pole: Djalma Fogaça (Ford); vitória: Renato Martins (Volkswagen)
16 de junho de 2002
Pole: Beto Monteiro (Ford); vitória: Renato Martins (Volkswagen)
Pole: Beto Monteiro (Ford); vitória: Renato Martins (Volkswagen)
27 de julho de 2003
Pole: Roberval Andrade (Scania); vitória: Wellington Cirino (Mercedes-Benz)
Pole: Roberval Andrade (Scania); vitória: Wellington Cirino (Mercedes-Benz)
22 de agosto de 2004
Pole: Beto Monteiro (Ford); vitória: Jonatas Borlenghi (Volkswagen)
Pole: Beto Monteiro (Ford); vitória: Jonatas Borlenghi (Volkswagen)
10 de julho de 2005
Pole: Leandro Totti (Ford); vitória: Roberval Andrade (Scania)
Pole: Leandro Totti (Ford); vitória: Roberval Andrade (Scania)
3 de agosto de 2008
Pole: Wellington Cirino (Mercedes-Benz); vitória: Wellington Cirino (Mercedes-Benz)
Pole: Wellington Cirino (Mercedes-Benz); vitória: Wellington Cirino (Mercedes-Benz)
16 de agosto de 2009
Pole: Felipe Giaffone (Volkswagen); vitória: Felipe Giaffone (Volkswagen)
Pole: Felipe Giaffone (Volkswagen); vitória: Felipe Giaffone (Volkswagen)
22 de agosto de 2010
Pole: Danilo Dirani (Ford); vitória: Roberval Andrade (Scania)
Pole: Danilo Dirani (Ford); vitória: Roberval Andrade (Scania)
7 de agosto de 2011
Pole: Felipe Giaffone (Volkswagen); vitória: Felipe Giaffone (Volkswagen)
Pole: Felipe Giaffone (Volkswagen); vitória: Felipe Giaffone (Volkswagen)
O novo pneu Michelin 295/80 R 22.5 XZU3+ foi desenvolvido para utilização em centros urbanos nos mais variados tipos de ônibus, como os tradicionais, articulados, e biarticulados. O pneu MICHELIN 295/80 R 22.5 XZU3+ é ideal para o transporte de passageiros urbanos em trajetos convencionais e também para aplicação no crescente sistema de corredores exclusivos, o BRT ou BRS.
Seus principais benefícios são:
- Redução de despesas com pneus,
- Maior segurança e mobilidade para a frota,
- Maior segurança e pontualidade para os passageiros,
- Redução do custo do transporte devido ao aumento da recapabilidade e da vida total do pneu.
- Redução de despesas com pneus,
- Maior segurança e mobilidade para a frota,
- Maior segurança e pontualidade para os passageiros,
- Redução do custo do transporte devido ao aumento da recapabilidade e da vida total do pneu.
O novo pneu apresenta ainda uma escultura diferenciada com lamelas (lacunas) com o revolucionário sistema blocante 3D.
Confira abaixo as vantagens deste sistema:
Além de buraqueiras, corte de verbas e descontinuidade de governos, as estradas brasileiras padecem de um outro mal: muitas são minadas por suspeitas de irregularidades antes, durante e após a construção. E as rodovias gaúchas são exemplo disso. O Fiscobras (sistema de fiscalização de obras) do Tribunal de Contas da União (TCU) auditou, no ano passado, 200 grandes empreendimentos de engenharia por suspeita de irregularidades na aplicação de verbas federais. Dessas, 105 (ou 52,50%) são na área de transporte, como estradas, pontes e viadutos.
— As rodovias costumam ser o mais significativo objeto de auditoria por parte do Tribunal — diz o gaúcho Augusto Nardes, presidente do TCU.
Das 200 obras auditadas no ano passado pelo TCU, 22 têm recomendação de paralisação imediata, pela gravidade de irregularidades. Duas delas estão no Rio Grande do Sul e são estradas: a duplicação da BR-116 e a construção da BR-448 (Rodovia do Parque). O caso mais grave é o da Rodovia do Parque, anel viário com 22,3 quilômetros de extensão, que deve ligar municípios da Região Metropolitana, desafogando a supercongestionada BR-116. É um superprojeto, a maior obra pública em andamento no Estado, já com 70% dos trabalhos concluídos. Esperança de alívio aos motoristas da Região Metropolitana, ela causará rombo para os cofres públicos, segundo o TCU.
Fiscalização feita pelo órgão federal indica que a estrada, que está sendo erguida em três lotes entre Porto Alegre e Sapucaia do Sul, tem indícios de sobrepreço de mais de R$ 90 milhões, cerca de 10% do seu custo estimado de R$ 918 milhões. Seria dinheiro suficiente para duplicação de 20 quilômetros.
A gênese das irregularidades estaria em supostas falhas no projeto básico. Cerca de 70% do sobrepreço estaria justificado pelo uso de técnicas defasadas, o que encarece a construção. ZH comparou os valores considerados adequados pelo TCU e os praticados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), segundo suas próprias medições, em três itens. Se fossem praticados os preços apontados pelo tribunal, somente com o corte e a dobra de fôrmas de aço, a produção de concreto e a mobilização do canteiro de obras a economia chegaria a R$ 51,6 milhões (veja quadro ao lado).
O Dnit e o consórcio que executa a BR-448 se defendem das suspeitas de sobrepreço na ação que tramita no TCU, pedindo a repactuação dos valores do contrato com a União. O tribunal aceitou algumas explicações e reduziu a estimativa de irregularidade, de R$ 115 milhões para R$ 92,2 milhões. Além disso, manteve a classificação dos achados como irregularidade grave com recomendação de paralisação. Uma comissão da Câmara dos Deputados e do Senado optou pela continuidade da obra.
O Dnit argumenta que a avaliação do TCU é feita comparando preços unitários. Já a análise do Dnit e do Congresso é mais ampla, pois destaca o “peso social” do empreendimento, que, no caso da BR-448, implica melhora do fluxo de veículos na Região Metropolitana e redução de custos de transporte.
— O custo de parar a construção ficaria, na pior das hipóteses, em R$ 30 milhões por ano. E se fôssemos interromper e relicitar a obra, o custo ficaria de 3% a 7% do preço atual — argumenta o coordenador-geral de Construção Rodoviária do Dnit, Eloi Palma Filho.
Critério político evita a suspensão de trabalhos
Mas o TCU mantém a posição de que a obra deveria ser parada, até para apurar e interromper gastos questionáveis.
— Mesmo sem parar, cabe ao Dnit corrigir os problemas, conforme as determinações, sendo adequado também seguir as recomendações, e apurar quem é o responsável pelas possíveis irregularidades — justifica o ministro Aroldo Cedraz, relator do Fiscobras.
Oito das 22 obras com recomendação do TCU de paralisação imediata são estradas ou obras relacionadas a elas (como pontes e viadutos) – ou seja, uma em cada três deveria ter a construção imediatamente interrompida, para impedir a continuidade de gastos equivocados, interpreta o tribunal. Não foi isso que aconteceu. O parecer dos auditores passa pelo crivo do Congresso, que decidiu embargar apenas seis obras. A maioria obteve licença de continuidade, até por serem motivo de grande expectativa por parte da população. Um critério político, mas pouco técnico, critica Nardes.
Conforme o TCU, essas 22 obras que deveriam ser interrompidas para estancar a sangria dos cofres públicos estão orçadas em R$ 10,1 bilhões. Desse total, R$ 2,2 bilhões estariam superfaturados.
— Em 54% dos casos as obras têm sobrepreço, isso é, as empreiteiras cobram do governo um valor maior do que realmente gastaram — afirma Nardes.
A Volvo reuniu jornalistas do Brasil, Argentina, Chile e Peru no dia 7 de fevereiro para apresentar os resultados de 2012 e perspectivas para 2013.
Segundo o presidente do Grupo Volvo América Latina, Roger Alm, 2012 foi um ano bom para a Volvo apesar das incertezas na economia. A marca Volvo vendeu 19 164 caminhões na América Latina ou 23 586 se somado as outras marcas do grupo (Renault Trucks, UD e Mack). Só no Brasil, a Volvo emplacou 15 878 caminhões e aumentou a sua participação de mercado de 17,1% em 2011 para 18,2% ao final do ano passado, considerando somente caminhões semipesados e pesados. Para 2013, a empresa espera crescer 20% em relação ao ano passado, ou seja, acima da média do mercado (em torno de 10%. Mas a Iveco também já anunciou que quer crescer 20% este ano. "Não trabalhamos com perspectivas de empatar com 2011 (melhor ano em vendas indústria de caminhões), mas também não será uma surpresa se isso acontecer", disse, confiante, Barnardo Fedalto, diretor comercial da Volvo. Veja os principais pontos da apresentação da Volvo:
Modelo mais vendido da marca:
O Volvo FH 460, pelo quarto ano consecutivo, foi o modelo mais vendido no Brasil, com 4 643 unidades emplacadas em 2012.
Câmbio automatizado
A compra dos modelos FH com câmbio automatizado eletrônico I-Shift também cresceu de 91% para 93%.
FM bicombustível
A Volvo informou que começou a testar um modelo do FM movido a diesel-metano em parceria com a White Martins. O modelo foi importado da Suécia e a tendência é que a médio prazo seja lançado no Brasil para aplicações específicas, ou seja, para operações onde o uso do gás natural liquefeito seja vantajoso e sua oferta disponível a um preço competitivo.
Ônibus
No segmento de transporte de passageiros, a Volvo emplacou 1 687 chassis de ônibus no Brasil, volume 25% maior que as 1 350 unidades vendidas em 2011. Segundo o presidente da Volvo Bus, Luis Pimenta, a participação de mercado no segmento de pesados (com motor traseiro) chegou a 25%, e no segmento de médios (com motor dianteiro), chegou a 5%. Durante a entrevista, Pimenta disse ter duas notícias, uma boa e uma ruim: "A boa é que 100 cidades na América Latina estão implantando o sistema BRT e a ruim é que isso está sendo feito tudo de uma só vez, portanto, não haverá capacidade industrial para atender a demanda".
Segundo o presidente do Grupo Volvo América Latina, Roger Alm, 2012 foi um ano bom para a Volvo apesar das incertezas na economia. A marca Volvo vendeu 19 164 caminhões na América Latina ou 23 586 se somado as outras marcas do grupo (Renault Trucks, UD e Mack). Só no Brasil, a Volvo emplacou 15 878 caminhões e aumentou a sua participação de mercado de 17,1% em 2011 para 18,2% ao final do ano passado, considerando somente caminhões semipesados e pesados. Para 2013, a empresa espera crescer 20% em relação ao ano passado, ou seja, acima da média do mercado (em torno de 10%. Mas a Iveco também já anunciou que quer crescer 20% este ano. "Não trabalhamos com perspectivas de empatar com 2011 (melhor ano em vendas indústria de caminhões), mas também não será uma surpresa se isso acontecer", disse, confiante, Barnardo Fedalto, diretor comercial da Volvo. Veja os principais pontos da apresentação da Volvo:
Modelo mais vendido da marca:
O Volvo FH 460, pelo quarto ano consecutivo, foi o modelo mais vendido no Brasil, com 4 643 unidades emplacadas em 2012.
Câmbio automatizado
FM bicombustível
Ônibus
A MAN Latin America, fabricante dos veículos comerciais MAN e Volkswagen, e a Bunge Brasil, uma das principais empresas do agronegócio e alimentos do país, fecharam contrato para a comercialização de 82 caminhões. Com esse lote, a montadora se consolida como a principal marca da frota no negócio de Açúcar & Bioenergia da Bunge.
As 82 unidades se dividirão em três modelos. O maior volume, com 62 unidades, será do VW Constellation 26.280 ADVANTECH, que vai cumprir a operação de transbordo, para a colheita da cana, ou de bombeiro. Os veículos vão atuar ainda como comboio (para serviços de lubrificação e abastecimento), guindaste ou calda pronta (com solução de defensivo agrícola).
Para aplicação como caminhão oficina — aqueles que estão equipados com ferramental para realizar consertos na usina — e borracheiro, serão 17 VW Constellation 15.190 ADVANTECH. O pedido inclui ainda três VW Delivery 8.160 ADVANTECH para atividades de apoio diversas.
Já tradicional cliente dos veículos Euro 3 da MAN Latin America, a Bunge agora passa a adquirir os modelos Euro 5 pelas vantagens oferecidas. Um grande diferencial, por exemplo, está no sistema EGR de pós-tratamento de emissões que equipa os motores MAN D08 desses modelos Constellation. A solução dispensa o uso do Arla 32 e é oferecida com exclusividade pela MAN Latin America no mercado de caminhões do Brasil.
“Apostamos em soluções sob medida para as necessidades de nossos clientes e confirmamos, a cada novo negócio, o sucesso de nossa estratégia. Sabemos que o EGR do motor MAN D08 é um diferencial importante para a Bunge, pois garante um custo operacional mais baixo e simplifica a logística dentro da usina”, comenta Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da MAN Latin America.
Os veículos se destacam ainda por sua robustez e durabilidade, mesmo em uma aplicação tão severa como a desempenhada nessas usinas. “Os investimentos constantes em modernização e manutenção preventiva da frota de veículos utilizados nas oito usinas da Bunge no Brasil são fundamentais para a segurança e confiabilidade das nossas operações. Neste caso, além de contarmos com equipamentos mais eficientes, optamos também pelo diferencial dos motores com sistema de tratamento de emissões, confirmando que a sustentabilidade é um conceito presente no dia-a-dia do nosso negócio”, afirma Eduardo Junqueira, diretor agrícola de Açúcar & Bioenergia da Bunge Brasil.
Sobre a Bunge: Presente no Brasil desde 1905, a Bunge é uma das principais empresas de agronegócio e alimentos do Brasil e uma das maiores exportadoras. Atua de forma integrada, do campo à mesa do consumidor. Desde a comercialização de fertilizantes, compra e processamento de grãos (soja, trigo e milho), produção de alimentos (óleos, margarinas, maioneses, azeite, arroz, farinhas, molhos e atomatados), serviços portuários até a produção de açúcar e bioenergia. Hoje, conta com mais de 20 mil colaboradores, atuando em mais de 100 instalações, entre fábricas, usinas, moinhos, portos, centros de distribuição e silos, em 19 estados e no Distrito Federal. Marcas como Salada, Soya, Delícia, Primor, Cardeal, Etti, Salsaretti e Bunge Pro estão profundamente ligadas não apenas à história econômica brasileira, mas também aos costumes, à pesquisa científica, ao pioneirismo tecnológico e à formação de gerações de profissionais.
Sobre a MAN Latin America: Fabricante dos veículos comerciais Volkswagen e MAN, a MAN Latin America é a maior fabricante de caminhões e a segunda maior de ônibus da América do Sul. Com 30,3% de participação nas vendas de caminhões no Brasil em 2012, comercializou 41.422 unidades, garantindo assim a décima liderança consecutiva neste mercado. Também está no topo entre as exportadoras desse produto. Com mais de seis mil colaboradores, a fábrica da MAN Latin America - uma das mais modernas de caminhões e ônibus do mundo - está instalada estrategicamente na cidade de Resende (RJ), a 150 quilômetros da cidade do Rio de Janeiro e a 250 quilômetros da capital de São Paulo. Conta ainda com cerca de 150 concessionárias, espalhadas por todo o País para garantir amplo atendimento a seus clientes, além de uma rede de importadores. Os produtos da MAN Latin America chegam a mais de 30 países por todo o mundo.
Os transportadores de cargas e de passageiros foram surpreendidos na manhã desta quarta-feira (6) com mais um reajuste no preço do óleo diesel. A Petrobras anunciou um novo aumento, agora de 5%, no preço de venda do diesel nas refinarias. Há pouco mais de um mês, no dia 30 de janeiro, a companhia já havia alterado o valor em 5,4%.
Para o presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), senador Clésio Andrade, o reajuste do óleo diesel nas refinarias terá impacto na inflação. "Cerca de 60% das cargas transportadas no Brasil são feita por caminhões, que consomem óleo diesel. Isso trará um impacto de 1,25% no custo do frete", afirmou.
De acordo com estimativas da CNT, o valor do litro para o consumidor final deve aumentar aproximadamente 3,8%. O levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo (ANP) aponta que o litro do combustível foi comercializado, em média, a R$ 2,25 (comum) e R$ 2,32 (S-10), entre os dias 24 de fevereiro e 2 de março. Os novos valores seriam, por exemplo, R$ 2,33 e R$ 2,40, respectivamente.
Os gastos com combustíveis representam cerca de 35% do custo total das empresas de transporte de carga rodoviária e 25% do das empresas de transporte de passageiros rodoviários. Diante desses repetidos aumentos, há a possibilidade de pressão sobre a inflação, uma vez que o aumento no preço dos combustíveis leva a um aumento no preço do frete que, consequentemente, pode ser repassado aos produtos transportados.
Segundo avaliações da CNT, a correção de 5,4% no preço do diesel na refinaria em janeiro gerou um incremento médio de 4,31% por litro para o consumidor final, o que resultou em impacto de cerca de 1,5% no custo do frete.
Em 2012, a Petrobras realizou dois outros ajustes nas refinarias, de 6% e 3,94% respectivamente. Desses, apenas o primeiro onerou o consumidor (em torno de 4%). No segundo, o governo tornou a alíquota da CIDE igual a zero para mitigar os impactos negativos dos aumentos.
Em todos os casos, a Petrobras afirma que os reajustes buscam alinhar o preço dos derivados aos valores praticados no mercado internacional em uma perspectiva de médio e longo prazo.
Para o presidente da seção de Transporte de Cargas da CNT, Flávio Benatti, esses aumentos repentinos são sempre preocupantes. "Em pouco mais de um mês tivemos um aumento de quase 10% no óleo diesel, um insumo muito importante na cadeia. Vai haver um repasse [no valor do frete], não tem jeito. O problema é você tentar repassar para o mercado sempre que existirem esses aumentos repentinos. Agora nós estamos vendo que não há mais política [de governo] nenhuma. Acabaram com a CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) e agora o brasileiro, como um todo, está pagando a conta", alerta.
Essa preocupação já havia sido alertada pelos dados da Sondagem Expectativas Econômicas do Transportador 2013, divulgada pela CNT na última semana. No estudo, 87,3% dos empresários entrevistados já demonstravam apreensão com uma nova alta.
Para o presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), senador Clésio Andrade, o reajuste do óleo diesel nas refinarias terá impacto na inflação. "Cerca de 60% das cargas transportadas no Brasil são feita por caminhões, que consomem óleo diesel. Isso trará um impacto de 1,25% no custo do frete", afirmou.
De acordo com estimativas da CNT, o valor do litro para o consumidor final deve aumentar aproximadamente 3,8%. O levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo (ANP) aponta que o litro do combustível foi comercializado, em média, a R$ 2,25 (comum) e R$ 2,32 (S-10), entre os dias 24 de fevereiro e 2 de março. Os novos valores seriam, por exemplo, R$ 2,33 e R$ 2,40, respectivamente.
Os gastos com combustíveis representam cerca de 35% do custo total das empresas de transporte de carga rodoviária e 25% do das empresas de transporte de passageiros rodoviários. Diante desses repetidos aumentos, há a possibilidade de pressão sobre a inflação, uma vez que o aumento no preço dos combustíveis leva a um aumento no preço do frete que, consequentemente, pode ser repassado aos produtos transportados.
Segundo avaliações da CNT, a correção de 5,4% no preço do diesel na refinaria em janeiro gerou um incremento médio de 4,31% por litro para o consumidor final, o que resultou em impacto de cerca de 1,5% no custo do frete.
Em 2012, a Petrobras realizou dois outros ajustes nas refinarias, de 6% e 3,94% respectivamente. Desses, apenas o primeiro onerou o consumidor (em torno de 4%). No segundo, o governo tornou a alíquota da CIDE igual a zero para mitigar os impactos negativos dos aumentos.
Em todos os casos, a Petrobras afirma que os reajustes buscam alinhar o preço dos derivados aos valores praticados no mercado internacional em uma perspectiva de médio e longo prazo.
Para o presidente da seção de Transporte de Cargas da CNT, Flávio Benatti, esses aumentos repentinos são sempre preocupantes. "Em pouco mais de um mês tivemos um aumento de quase 10% no óleo diesel, um insumo muito importante na cadeia. Vai haver um repasse [no valor do frete], não tem jeito. O problema é você tentar repassar para o mercado sempre que existirem esses aumentos repentinos. Agora nós estamos vendo que não há mais política [de governo] nenhuma. Acabaram com a CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) e agora o brasileiro, como um todo, está pagando a conta", alerta.
Essa preocupação já havia sido alertada pelos dados da Sondagem Expectativas Econômicas do Transportador 2013, divulgada pela CNT na última semana. No estudo, 87,3% dos empresários entrevistados já demonstravam apreensão com uma nova alta.
A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo vai devolver R$ 17.863.979,48 a proprietários que tiveram seus veículos roubados ou furtados em 2012 no Estado de São Paulo. O reembolso é referente à restituição proporcional do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e beneficia os proprietários que haviam pago o imposto quando ocorreu o crime. O primeiro lote foi liberado na sexta-feira, dia 1º, e se refere às ocorrências registradas no 1º trimestre do ano passado.
No total serão creditadas diferenças relativas a 52.616 veículos, distribuídas em quatro lotes até o final de abril. O contribuinte que tiver direito à devolução não precisa fazer nenhuma solicitação. O reembolso é automático, já que os sistemas da Secretaria de Segurança Pública e do Detran estão integrados ao da Fazenda.
Os valores ficarão à disposição do proprietário no Banco do Brasil durante dois anos e obedecerão ao calendário de restituição de acordo com a tabela abaixo. Após esse prazo, a restituição deverá ser solicitada na Secretaria da Fazenda. O contribuinte que estiver inadimplente não poderá resgatar o valor enquanto houver a pendência, como, por exemplo, de débitos de IPVA de outro veículo de sua propriedade.
Ocorrência: 1º trimestre de 2012 >> Data da liberação: 1º/3/2013
Ocorrência: 2º trimestre de 2012 >> Data da liberação: 18/3/2013
Ocorrência: 3º trimestre de 2012 >> Data da liberação: 1º/4/2013
Ocorrência: 4º trimestre de 2012 >> Data da liberação: 16/4/2013
Restituição
A restituição proporcional do IPVA aos donos de veículos roubados ou furtados passou a valer a partir de 2008, conforme regra estabelecida na Lei 13.032, aprimorada posteriormente pela Lei 13.296, também em 2008.
A norma garante ao contribuinte a dispensa proporcional do pagamento do IPVA de 2012, a partir do mês da ocorrência do fato, à razão de 1/12 (um doze avos) por mês do valor do imposto devido ao Estado. Caso o IPVA tenha sido pago, o proprietário terá direito a restituição. Para tanto, o contribuinte deve registrar o boletim de ocorrência para ter direito ao benefício.
No caso de recuperação do veículo, volta a ser devido o IPVA no exercício em que ela ocorrer, proporcionalmente aos meses que restarem até o final do respectivo ano, à razão de 1/12 por mês, devendo computar o mês da recuperação. Este é o principal motivo pelo qual a restituição do imposto pago em 2012 está sendo realizada somente neste ano.
O valor da restituição deverá ser recebido mediante a apresentação dos seguintes documentos:
Pessoa física
- Cópia do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo - CRLV;
- Cédula de identidade original ou documento equivalente;
Pessoa jurídica
- Cópia do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo - CRLV;
- Cópia do Contrato Social ou da Ata da Assembleia Geral;
- Cédula de identidade ou documento equivalente do signatário;
Casos especiais (além dos documentos previstos):
- Representante legal - instrumento que lhe conceda poderes, que será retido e arquivado pela instituição bancária;
- Escritura pública ou alvará judicial. No ato da restituição o interessado assinará termo de quitação a ser arquivado na instituição bancária. A documentação relativa à restituição retida pela instituição bancária deverá ser arquivada pelo prazo de cinco anos.
-Em todos os casos, quando o valor não for recebido pelo proprietário do veículo, seu representante poderá fazê-lo desde que munido de procuração específica para esse fim.
Obs: Fica dispensada a apresentação de cópia do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo - CRLV nos casos em que tenha sido furtado ou roubado juntamente com o veículo, desde que o fato conste no Boletim de Ocorrência - BO expedido pela autoridade competente.
Como obter a dispensa e restituição:
Passo 1 - Registrar o Boletim de Ocorrência (BO):
A- O Boletim de Ocorrência pode ser feito pela Internet, desde que a subtração do veículo não tenha se dado mediante uso de violência ou grave ameaça.
B- Se houver violência ou grave ameaça, o registro do evento será feito em unidade policial.
Passo 2 - O Boletim de Ocorrência (BO) bloqueia o veículo no Detran.
Passo 3 - Procedimentos para restituição do IPVA:
- Situação 1: Furto ou roubo ocorrido no mês de janeiro, DEPOIS do pagamento integral do IPVA com desconto.
Se o veículo for furtado ou roubado no mês de janeiro, após o pagamento integral do IPVA de 2012 com desconto, a restituição corresponderá ao valor total pago. Todavia, ocorrendo recuperação do veículo, o proprietário estará sujeito ao IPVA do exercício proporcionalmente aos meses que restarem até o final do ano, devendo computar o mês da recuperação, à razão de 1/12 (um doze avos) por mês do valor do imposto devido ao Estado, de modo que haverá redução do valor a restituir.
- Situação 2: Furto ou roubo ocorrido APÓS o pagamento de alguma parcela do IPVA, por exemplo em março.
Se o contribuinte tiver pago duas parcelas do IPVA (janeiro e fevereiro) e o furto ou roubo do veículo ocorrer em março, ele somente deve 2/12 do IPVA de 2012 e terá direito à restituição do valor pago a mais que esses 2/12.
- Situação 3: Furto ou roubo ocorrido a partir do mês de abril DEPOIS do pagamento integral do IPVA de 2012.
Se o contribuinte tiver pago o IPVA integralmente, e o furto ou roubo do veículo ocorrer em agosto, somente deve 7/12 do IPVA de 2012 e terá direito à restituição do valor pago a mais, ou seja, receberá de volta 5/12 do valor pago do IPVA de 2012.
Como consultar os valores de restituição:
1. Acesse a área do IPVA no site da Secretaria da Fazenda: http://www3.fazenda.sp.gov.br/ipvanet/
2. Na barra à esquerda, clique no link Restituição.
3. Informe o Renavam e o número do boletim de ocorrência.
No total serão creditadas diferenças relativas a 52.616 veículos, distribuídas em quatro lotes até o final de abril. O contribuinte que tiver direito à devolução não precisa fazer nenhuma solicitação. O reembolso é automático, já que os sistemas da Secretaria de Segurança Pública e do Detran estão integrados ao da Fazenda.
Os valores ficarão à disposição do proprietário no Banco do Brasil durante dois anos e obedecerão ao calendário de restituição de acordo com a tabela abaixo. Após esse prazo, a restituição deverá ser solicitada na Secretaria da Fazenda. O contribuinte que estiver inadimplente não poderá resgatar o valor enquanto houver a pendência, como, por exemplo, de débitos de IPVA de outro veículo de sua propriedade.
Ocorrência: 1º trimestre de 2012 >> Data da liberação: 1º/3/2013
Ocorrência: 2º trimestre de 2012 >> Data da liberação: 18/3/2013
Ocorrência: 3º trimestre de 2012 >> Data da liberação: 1º/4/2013
Ocorrência: 4º trimestre de 2012 >> Data da liberação: 16/4/2013
Restituição
A restituição proporcional do IPVA aos donos de veículos roubados ou furtados passou a valer a partir de 2008, conforme regra estabelecida na Lei 13.032, aprimorada posteriormente pela Lei 13.296, também em 2008.
A norma garante ao contribuinte a dispensa proporcional do pagamento do IPVA de 2012, a partir do mês da ocorrência do fato, à razão de 1/12 (um doze avos) por mês do valor do imposto devido ao Estado. Caso o IPVA tenha sido pago, o proprietário terá direito a restituição. Para tanto, o contribuinte deve registrar o boletim de ocorrência para ter direito ao benefício.
No caso de recuperação do veículo, volta a ser devido o IPVA no exercício em que ela ocorrer, proporcionalmente aos meses que restarem até o final do respectivo ano, à razão de 1/12 por mês, devendo computar o mês da recuperação. Este é o principal motivo pelo qual a restituição do imposto pago em 2012 está sendo realizada somente neste ano.
O valor da restituição deverá ser recebido mediante a apresentação dos seguintes documentos:
Pessoa física
- Cópia do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo - CRLV;
- Cédula de identidade original ou documento equivalente;
Pessoa jurídica
- Cópia do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo - CRLV;
- Cópia do Contrato Social ou da Ata da Assembleia Geral;
- Cédula de identidade ou documento equivalente do signatário;
Casos especiais (além dos documentos previstos):
- Representante legal - instrumento que lhe conceda poderes, que será retido e arquivado pela instituição bancária;
- Escritura pública ou alvará judicial. No ato da restituição o interessado assinará termo de quitação a ser arquivado na instituição bancária. A documentação relativa à restituição retida pela instituição bancária deverá ser arquivada pelo prazo de cinco anos.
-Em todos os casos, quando o valor não for recebido pelo proprietário do veículo, seu representante poderá fazê-lo desde que munido de procuração específica para esse fim.
Obs: Fica dispensada a apresentação de cópia do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo - CRLV nos casos em que tenha sido furtado ou roubado juntamente com o veículo, desde que o fato conste no Boletim de Ocorrência - BO expedido pela autoridade competente.
Como obter a dispensa e restituição:
Passo 1 - Registrar o Boletim de Ocorrência (BO):
A- O Boletim de Ocorrência pode ser feito pela Internet, desde que a subtração do veículo não tenha se dado mediante uso de violência ou grave ameaça.
B- Se houver violência ou grave ameaça, o registro do evento será feito em unidade policial.
Passo 2 - O Boletim de Ocorrência (BO) bloqueia o veículo no Detran.
Passo 3 - Procedimentos para restituição do IPVA:
- Situação 1: Furto ou roubo ocorrido no mês de janeiro, DEPOIS do pagamento integral do IPVA com desconto.
Se o veículo for furtado ou roubado no mês de janeiro, após o pagamento integral do IPVA de 2012 com desconto, a restituição corresponderá ao valor total pago. Todavia, ocorrendo recuperação do veículo, o proprietário estará sujeito ao IPVA do exercício proporcionalmente aos meses que restarem até o final do ano, devendo computar o mês da recuperação, à razão de 1/12 (um doze avos) por mês do valor do imposto devido ao Estado, de modo que haverá redução do valor a restituir.
- Situação 2: Furto ou roubo ocorrido APÓS o pagamento de alguma parcela do IPVA, por exemplo em março.
Se o contribuinte tiver pago duas parcelas do IPVA (janeiro e fevereiro) e o furto ou roubo do veículo ocorrer em março, ele somente deve 2/12 do IPVA de 2012 e terá direito à restituição do valor pago a mais que esses 2/12.
- Situação 3: Furto ou roubo ocorrido a partir do mês de abril DEPOIS do pagamento integral do IPVA de 2012.
Se o contribuinte tiver pago o IPVA integralmente, e o furto ou roubo do veículo ocorrer em agosto, somente deve 7/12 do IPVA de 2012 e terá direito à restituição do valor pago a mais, ou seja, receberá de volta 5/12 do valor pago do IPVA de 2012.
Como consultar os valores de restituição:
1. Acesse a área do IPVA no site da Secretaria da Fazenda: http://www3.fazenda.sp.gov.br/ipvanet/
2. Na barra à esquerda, clique no link Restituição.
3. Informe o Renavam e o número do boletim de ocorrência.
O Rio de Janeiro está a um passo de se tornar autossuficiente na produção de biodiesel. Com capacidade de fornecer até 100 milhões de litros do combustível renovável por ano, a primeira fábrica de biodiesel no estado está pronta para entrar em operação. A Grand Valle Bioenergia, instalada em Porto Real, no Médio Paraíba, vai suprir toda demanda do Rio e trará uma novidade na sua operação: o uso de microalgas como matéria-prima. Apta a funcionar desde o fim do ano passado, a empresa aguarda a Licença de Operação da Agência Nacional do Petróleo (ANP) para inaugurar.
A fábrica é resultado do programa RioBiodiesel, que é desenvolvido há mais de dez anos pela Secretaria de Ciência e Tecnologia.
"A autossuficiência é marcante, assim como é emblemático termos o maior laboratório de biodiesel da América do Sul. É um projeto vencedor no estado", disse o engenheiro Nelson Furtado, coordenador do programa de biodiesel da secretaria e pesquisador do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas.
Com uma planta de produção desenhada para fabricar biodiesel a partir de diversos tipos de óleo, exceto o de mamona, a Gran Valle pode se tornar a primeira no país a utilizar microalgas como matéria-prima. A tecnologia está sendo testada em pequena escala em laboratórios da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
"O cultivo de microalgas, cujas proteínas e carboidratos podem servir para produzir ração de peixe, é mais acelerado e ocupa menos espaço do que a soja", afirmou a engenheira química Gisel Chenard.
Segundo Nelson Furtado, além da produção de óleo e comida para peixe a um custo baixo, o que refletiria no preço do pescado, as microalgas sequestram carbono da atmosfera. A estimativa com a produção de biodiesel é que 250 mil toneladas de gases causadores do efeito estufa deixem de ser lançados na atmosfera. Isso habilitaria o Estado a ganhar 1,5 milhão de dólares em crédito de carbono.
A expectativa é que o documento da ANP seja concedido até abril. A fábrica recebeu apoio da Secretaria de Ciência e Tecnologia e da Faperj (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado). A fundação financia quase 20 projetos de pesquisas ligados ao biodiesel.
A escolha de cidades com grande movimentação de cargas, concentração de frotas e empresas de transporte, é um fator chave para o ganho de visibilidade e exposição de iniciativas comerciais. Apoiada neste pilar, a 17ª ExpoSafra é a primeira entre cinco feiras de negócios realizadas anualmente pela Tudo em Transporte Editora.
Ótima oportunidade para a demonstração de produtos e serviços a frotistas, caminhoneiros e empresários da região. Próxima ao porto de Paranaguá, a feira conta com uma data e localização estratégicas para chamar o maior número de caminhoneiros e favorecer o networking de influências e informações.
A ExpoSafra conta ainda com o apoio da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA) e da NTC & Logística - e acontece entre os dias 15 e 18 de Abril, no Pátio de Triagem do Porto de Paranaguá, no Paraná.
Local do evento: Pátio de triagem do porto de Paranaguá - ROD. BR.277 - KM 3
Realização:
O consumo de combustíveis no Brasil cresceu 6,1% de 2011 para 2012. Em todo o país, foram consumidos 129,7 bilhões de litros de combustíveis no ano passado. O dado foi divulgado no dia (28) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), durante seminário para avaliação do mercado de derivados do petróleo.
"A economia cresceu em torno de 1,5%. É um setor que cresce quatro vezes mais do que o crescimento do país. O resultado mostra que é um setor que tem passado muito longe da crise mundial", disse o diretor da ANP Florival de Carvalho.
O consumo de gasolina C (comum, usada nos veículos) chegou a 39,7 bilhões de litros, um aumento de 11,9% em relação a 2011. Por outro lado, o etanol teve uma queda de 5,6% no consumo. O etanol hidratado (usado diretamente como combustível) caiu 9,6%, enquanto o anidro (adicionado à gasolina) diminuiu apenas 0,2%. "A queda do etanol hidratado tem a ver com preço [que aumentou em 2012] e a população faz a escolha entre um combustível e outro [etanol ou gasolina]", disse o diretor.
De acordo com a ANP, também houve crescimento do gás liquefeito de petróleo (GLP), de 0,5%, de querosene de aviação (4,8%), de biodiesel (7%), de óleo diesel (7%), e de óleo combustível (7,1%).
Segundo Florival de Carvalho, para evitar problemas de falta de combustível em alguns locais do país, como houve no final de 2012, a ANP está preparando uma resolução que vai permitir o aumento da capacidade de estocagem de combustível no Brasil.
Ele acredita, no entanto, que os investimentos feitos pelas empresas distribuidoras de combustível para ampliar sua capacidade de estocagem de combustível não resultarão em aumento de preço para o consumidor.
Florival de Carvalho disse ainda que o aumento do percentual do etanol anidro na gasolina deverá reduzir a necessidade de importação desse combustível. "Não sei se em 2013 haverá um crescimento de 6% [dos combustíveis], mas certamente será um crescimento robusto. O importante é que não faltará combustível neste ano", reforçou.
"A economia cresceu em torno de 1,5%. É um setor que cresce quatro vezes mais do que o crescimento do país. O resultado mostra que é um setor que tem passado muito longe da crise mundial", disse o diretor da ANP Florival de Carvalho.
O consumo de gasolina C (comum, usada nos veículos) chegou a 39,7 bilhões de litros, um aumento de 11,9% em relação a 2011. Por outro lado, o etanol teve uma queda de 5,6% no consumo. O etanol hidratado (usado diretamente como combustível) caiu 9,6%, enquanto o anidro (adicionado à gasolina) diminuiu apenas 0,2%. "A queda do etanol hidratado tem a ver com preço [que aumentou em 2012] e a população faz a escolha entre um combustível e outro [etanol ou gasolina]", disse o diretor.
De acordo com a ANP, também houve crescimento do gás liquefeito de petróleo (GLP), de 0,5%, de querosene de aviação (4,8%), de biodiesel (7%), de óleo diesel (7%), e de óleo combustível (7,1%).
Segundo Florival de Carvalho, para evitar problemas de falta de combustível em alguns locais do país, como houve no final de 2012, a ANP está preparando uma resolução que vai permitir o aumento da capacidade de estocagem de combustível no Brasil.
Ele acredita, no entanto, que os investimentos feitos pelas empresas distribuidoras de combustível para ampliar sua capacidade de estocagem de combustível não resultarão em aumento de preço para o consumidor.
Florival de Carvalho disse ainda que o aumento do percentual do etanol anidro na gasolina deverá reduzir a necessidade de importação desse combustível. "Não sei se em 2013 haverá um crescimento de 6% [dos combustíveis], mas certamente será um crescimento robusto. O importante é que não faltará combustível neste ano", reforçou.
Temos informações muito triste para você e para nós. Temos de fechar projeto. Conversamos com SCS Software e apenas decidiu esta coisa. Fazer mod multijogador através de engenharia reversa, é perda de tempo. Como você sabe características gerais de simuladores está a fazer-se sentir mais real, usando a engenharia reversa não tem qualquer sentido porque ficar muito tempo que pode ser dedicado a coisas mais importante outro. Uma forma lógica é trabalhar com o código do jogo - é mais fácil porque podemos sincronizar todos os animais, sem quaisquer problemas adicionais - mas não é possível. Cada atualização de ETS2 vai nos dar trabalho adicional. Obrigado a todos pelo grande tempo que você gasta em seguir o nosso projecto e para o seu grande apoio!
Palavras do site do projeto.
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